quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Põe um sorriso nesse rosto

Ao caro leitor (e eu do futuro) que retorna a esta página conturbada, peço desculpas. Desde o começo, deve compreender que a motivação inicial deste espaço era justamente suportar, apoiar e digerir aquele prato de acelga mal cozinhado que são alguns momentos na vida da nossa barroca favorita. Sendo assim, asseguro que a não leitura deste post pode ser a escolha mais saudável no momento; ou não, afinal aquele segue uma ordem linear até o momento, porém e mim permanece a sensação de que não é agradável reviver um momento de angústia.
Havia, será, uma tensão tão grande em tudo o que figurava coisas nunca experienciadas? Como na época em que ingressou na escola mais pesada, sentia as mesmas dores de cabeça. Era outra escola, porém sem regras e caminhos traçados. O cansaço dominava seus ossos mesmo após uma longa noite de sono. Assim, o peso físico mutilava o desenvolvimento de seu raciocínio em geral. Tudo tornava-se difícil. Por sorte, já conhecia o caminho de praças anteriores: bons exercícios e controle do aperto dos dentes. 
Em síntese, tudo o que tinha o potencial de ser bom era igualmente perigoso

domingo, 27 de julho de 2014

Aquilo que a tornava ela

A woman walking at night
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(anotações desconexas.)

Apesar de estarmos submetidos a uma série de circunstâncias imprevisíveis, presentes, silenciosas ou inexistentes - em outras palavras, várias coisas sobre cujo funcionamento sabemos, quando muito, pouquíssimo a respeito -, havia algo intrínseco que fazia com que algumas peculiaridades se repetissem em diversas situações: sua própria presença.
Após vários anos pensando o oposto e atuais relatos de algumas pessoas que não a conheciam em profundidade, ela questionou e começou a aceitar a ideia de que era tímida. Tratava-se de uma hipótese bastante questionável, já que a atribuição vinha principalmente de pessoas que ainda não a conheciam bastante e com as quais ela se sentia insegura; sentia medo de não fazer alguma tarefa adequadamente, de ser substituída e de demonstrar quem realmente era (com direito a todas as estranhezas de sua personalidade); apesar disso, o que seria capaz de assegurar confiança e respeito entre estas pessoas era, justamente, a capacidade de ela ser - confiantemente - quem sua personalidade determinava.
Apesar de uma situação de risco, medo, ou insegurança tornar todos nós tímidos, será que era só isso? No caso, a moça era tímida, quieta e com o desejo de não se expressar apenas quando estava insegura?
Então, quando seu comportamento fosse orientado pelas barreiras sociais, fatos, moldes, ou, também, quando optasse por aquilo que era um hábito apenas porque estava acostumada com as consequências - o que representava menor risco, imprevisibilidade e medo -, talvez ela fosse capaz de modificá-lo, simplesmente, modificando sua percepção de risco. Não só o comportamento de fato mudaria, mas também sua percepção sobre o momento, seu envolvimento e suas emoções.
Mesmo que ela fosse formada por traços cujas origens sua ordinária existência não seria capaz de compreender, apreciava a ideia de que poderia romper com algumas características, momentaneamente. Talvez, então, abandonasse alguns formatos em troca de outros. Quem sabe, ainda, já que o comportamento seria uma tentativa de fugir daquilo que era intrínseco, ela conseguisse uma maior liberdade de escolha ao se afastar dos moldes de seus traços de personalidade: fugindo aos únicos moldes verdadeiros.

terça-feira, 1 de julho de 2014

Em meio à minha tentativa de fugir à realidade, meus pensamentos viajaram longe. Infelizmente, a viagem não foi completa e trouxe apenas angústia: se eu sou plenamente capaz de escolher, ainda não sou capaz de saber o que tem o potencial de dar certo, ou me tornar mais feliz. Sinto-me incomensuravelmente angustiada e confusa. Não quero estudar aquilo; quero e necessito do diploma, e também de minha independência. Minhas entranhas gritam, clamam, bradam por outra coisa. Procuro alguém em quem me apoiar. Sob a influência de outro o qual é fortemente solicitado por minha estrutura, o pensamento divaga e pensa no que aconteceu e o que poderá vir. Não sabia explicar, mas a sensação de bem estar era extravagante: tão intensa que tinha o potencial de destruí-la;em potencial, já a destruira. Afinal, gostava das coisas que apresentavam riscos intensos?
Vamos lá! Este trabalho é legal, trata de pessoas e é extremamente necessário para que você atinja alguns de seus objetivos e atenda a parte de algumas estratégias.

Pensamento voou tão longe! Talvez seja viável afinal, mas, por favor, volte ao trabalho

sábado, 7 de junho de 2014

Sobre aquilo que não deu "certo"

Ela mentira: de algum modo, doia. Doia porque, novamente, a ansiedade a havia dominado; doia porque gostaria de ter sido mais livre, desprendida e porque, essencialmente, enxergava tudo como culpa sua. Enquanto não nos conhecemos bem, não há como apreender uma pessoa, senão por suas características mais simples e por todos os indícios que elas nos dão. Apreciou e não quis deixá-lo; assim, tornou-se chata: tinha medo de assumir um perfil que trouxesse vários assuntos à tona, imaginando que eles revelariam o interesse dela. Desta forma, optou pelas histórias repetidas e que já haviam "dado certo", como se houvesse uma fórmula para qualquer tipo de relação.
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Ah, que erro! Que engano este o de pensar que existe o certo ou o errado naquilo que envolve as humanidades, os raciocínios e as emoções. Tornou-se, mas também era chata. A preocupação com o próximo sempre havia sido o que mais lha importava, porém a havia menosprezado aqui; com muita vergonha de assumir (contudo), podia dizer que enxergava, lá, uma espécie de auto-propaganda sob os slogans "consuma-me", "sou legal, assemelho-me a você".

Diga-me, amigo(a), quem nunca passou por uma situação semelhante. Quem nunca se modificou, justamente, porque se interessou por alguém/algo e estragou a oportunidade por deixar de ser quem mais verdadeiramente era antes? Quem nunca foi capacho, por um tempo curto, ou foi enganado até perceber que o bem estar e a auto estima eram mais importantes?

Querido amigo(a), se há algo que a vida gosta de nos relembrar é que não somos donos do controle remoto. Isto acontece desde o momento em que percebemos que, vivendo em família, ele também está submetido a ao menos mais uma pessoa, a qual certamente escolherá uma programação que não lhe agrada algum dia, mas também a momentos mais amplos, nos quais criamos um controle imaginário, iludimo-nos e - por fim, ou casualmente - caímos em nossa própria consciência e percebemos que nunca, nunca, nunca houvemos controle. Tudo depende de outrem direta, ou indiretamente, e a graça é esta.

De maneira não desencadeada a este raciocínio, deixo também o questionamento e constatação sobre a fragmentação no mundo contemporâneo. Enquanto sentia-se capaz - ou sentia que podia postergar a incorporação de mais responsabilidades - de fragmentar pessoas e sentimentos, bebia-os com diferentes pessoas, experienciava cada questão fundamental e cada brinde com quem lhe parecesse mais seguro; também, revelava cada face sua a quem lha aparentasse semelhança. Simulava o desencontro com uma perfeição em cuja existência nunca havia acreditado e temia o amor por completo.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Sentir-se perdida e sem saber do que gostava, o que queria, aonde gostaria de chegar era natural à nossa idade. Não podia, apenas, deixar que isto superpusesse as emoções e os prazeres do cotidiano.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Fios de chuva que não foram embora

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"Que essa minha vontade de ir embora se transforme na calma e na paz que eu mereço. E que essa tensão que me corrói, por dentro, seja um dia recompensada...Que o convívio comigo se torne, ao menos, suportável." (Oswaldo Montenegro)

Deitada. Deixava que cada gota perpassasse seu tear; escorriam de seus cabelos e de sua coluna vertebral. Arrepiava. Dava frio. Aliviava. Aliada à gravidade, esperava que o peso a atravessasse e deixasse.
Sentia-se cansada sob inúmeros aspectos e procurava motivações; por este motivo, achava que se sentiria melhor se uma pessoa fosse a motivação. Ocorria, então, que este era o maior dos problemas. À sua ótica, as relações pessoais eram simbióticas, essencialmente, quando ambos estavam alinhados. Sob a conjuntura pessoal, através do  humor e da rotina individual, é que ambos se tornavam capazes da motivação conjunta (caso esta existisse). Suas palavras vulgares diriam que esta motivação seria plausível, apenas, quando ambas as partes envolvidas não necessitassem do outro, sentindo-se bem e independentes naturalmente. Caso não estivesse bem, os encontros fraquejariam ao fortalecimento da dor advinda da desmotivação; não poderia ver como se superar.
Dormir não resolveria, não. Do que precisava era de uma grande, boa, ex e intensa conversa. Necessitava daquele trocadilho de palavras, daquela limpeza da alma, daquela aspiração dos detalhes imperfeitos por uma estrutura invisível que lhe fosse exterior. Não importava que não existisse: que esta, ela, ou a própria conversa fosse abstrata ou inexistente. Pedia apenas que a ilusão não fosse: que não fosse inexistente, que não fosse embora.

domingo, 13 de abril de 2014

Permissão


Não sabe: você apreciou o momento, porém, passada a fração temporal de singelo e genuíno aproveitamento sensorial, recorre-se aos resumos, aos contos e às narrativas. Não há como escapar deles, já que os amigos questionam o que houve e a tradução através de palavras ocorre; vêm, pois, os estereótipos. 
Ora, é possível que ela narre apenas fragmentos sensoriais; porém, após indeterminado tempo, sua mente alterna decide imaginar como o outro apreendeu o que ela havia contado. Em qual estereótipo outrem teria inserido aquilo que, outrora, parecera único? Não se importava. Gostaria de compreender as motivações, apreciaria o sentimento de consideração, mas também não sabia se seria capaz de lidar com qualquer uma das situações: com a de desamarras, ou de cativação por parte dele
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sábado, 18 de janeiro de 2014

Charada

Duas personalidades simpáticas, devido a uma cadeia de ações motivadas pelo instinto de sobrevivência, ou graças à movimentação deste enquanto primeiro motor, optaram por conversar. Aos olhos do observador, tratava-se de uma decisão com cinquenta porcento de chance de ser abarcada e com igual chance, isoladamente, de trazer sucesso.
O ambiente onde elas estavam era de um azul acinzentado desenhado por nuvens grisalhas. Grandes e singulares prédios inseriam sua consciência no ambiente urbano de grande movimentação; não vinha a este caso qual o era. Certamente, estava no horário de pico de alguma metrópole. Ao despertar do sono, a descrição acima era tudo o que Glu sabia. Uma figura com um sorriso largo a observava.

- Oi, que legal ter você por aqui!
- Acho que sim, quer dizer...você me parece legal. - mencionou Glu
- Fico lisonjeada, obrigada pelo elogio.
- Imagina! - Glu respondeu automaticamente
- Imaginar o quê? Não acredito que requer grandes esforços pensar que eu eu sou legal. Achei que você estava sendo sincera, mas prefiro que você destine sua imaginação a algo mais válido - ordenou Pin
- Ah, por favor, deixe de ser complexada, você deve s...quer dizer, você é legal!
- Como você pode saber que sou legal? Desta forma parece que a gente se conhece faz tempo, nossa! Aliás, parece mesmo, de onde viria a sua liberdade para ranhetar com o meu jeito de ser? - interrogou Pin
- Pára de reclamar! Pois este também é o meu jeito de ser, sem paciência. Acho. Mas deixe pra lá. Estou tentando perguntar: você sabe o que estamos fazendo aqui? Sabe quem sou eu?
- Não! Eu ia tlhe perguntar a mesma coisa, já que parece que já nos conhecíamos bem antes do fim do mundo.
- Deuses! Fim do mundo! Não é à toa que perdi minha memória. O que você sabe sobre o fim do mundo, Pin?
- Ops, Pin, como é que sei o seu nome?
- Eu disse que já devíamos nos conhecer, Glu - Pin arriscou o nome. Serviu bem
- Acho que têm coisas que nosso coração sabe reconhecer melhor do que qualquer agrupamento de tecidos no mundo.
- Acredito que sim, Pin. Devemos ser amigas, acho que podemos nos ajudar a sair daqui. - afirmou Glu
- Ah, sim, já ia esquecendo de responder sobre o fim do mundo...Ocorreu após uma série de fenômenos naturais improváveis. Após um lindo dia de sol acompanhado de garoa, uma tempestade forte devastou toda a população então conhecida aqui.
- Foi horrível, estava em uma posição favorável ao operador de câmera que ganharia o próximo grande prêmio de cinematografia documental. Como você pode ver, Glu, aqueles prédios maciços à nossa frente estão inabitados. As primeiras pessoas a serem destruídas foram as que estavam nas ruas, seguido pelo restante do povo daqui. - contou Pin.
- Que horrível! Têm coisas que é melhor permanecer no esquecimento.
- Afinal é melhor se sentir ignorante, mas feliz, né, amiga?
- Creio que sim, Pin...amiga...pessoa que me suporta durante as últimas unidades de tempo.
- Mas, Pin, podemos deixar o passado de lado e pensar o que temos de fazer agora? Me parece que aquele agrupamento logo abaixo é um ótimo destino!
- Concordo, Glu.
A região observada era uniforme e alegre; forte energia emanava dali. O destino próximo oscilava, cintilava, irradiava e - se conseguissem escutar o som àquela grandíssima distância - saberiam que também emitia um canto marinho, semelhante ao de ondas do mar aterrizando nas areias de um terreno uniforme. Era o ambiente paradisíaco a que todas as gerações passadas procuravam encaminhar seus herdeiros: era o sucesso e a felicidade; certamente era para onde todos gostariam de ir: era o topo da pirâmide social capitalista; extremamente pequeno, porém capaz de abrigar todos os restritos sobreviventes daquele mundo- aparentemente- pós apocalíptico.
- Se nós soprarmos bem forte e nos apoiarmos, com um pouco de perseverança, poderemos chegar lá abaixo, Pin.
- Vai ser ótimo quando chegarmos!!! Enquanto isso, contamos com nossa amizade para superar os obstáculos. - empolgou-se Pin
- Pode ter certeza, nada nos derrubará.
As personalidade continuaram, possivelmente motivadas pela força da gravidade positiva, ou pelo local em que se conheceram inicialmente, ou pela probabilidade favorável impulsionada pelas forças de coerção social, ou pela maquete de lego em escala real que havia sido colocada ao seu lado.
Anos depois, chegaram ao lugar paradisíaco e se dispersaram. Momentos depois, Glu não conseguia mais encontrar Pin. Desesperada, sentia falta do primeiro local que lembrava, aquele espacinho onde havia conhecido - ou reconhecido - a companheira. Após a forte sensação da presença de ondas de calor, toda a multidão ao seu redor desapareceu. Glu conversava sozinha; intimamente, sabia que era em vão.
- Pin, estou desesperada! Por que não permanecemos lá? Já tínhamos concluído que, quanto menos soubéssemos, mais feliz estaríamos. Era melhor termos ficado paradas, sabendo pouco!
- Pin, acho que tornaremos a nos conhecer e a viver toda esta situação de novo. Agora compreendo tudo. Vidas passadas são mais do que uma doutrina para afagar nossas dúvidas existenciais; agora sei que elas são uma sina infeliz.
- Desculpe-me, Pin. Quem sabe, se meu primeiro passo houvesse sido diferente, estaríamos em outro lugar.

Glu e Pin são carismáticas gotas de água. Presas ao vidro que protege a janela de uma casa, avistam a maquete de lego que o filho mais novo do lar montou. Com as luzes apagadas, enxergam os prédios em tons escuros, decorados pelo pôster do último Harry Potter na parede atrás deles. As gotinhas, assim como muitas outras, fluem melhor e mais rapidamente em direção à região inferior da janela quando unidas; este é um conhecimento inato bastante intuitivo a toda matéria constituída de água. Mais abaixo da janela, encontram-se poças de dimensões admiráveis nas quais reflete a maior quantidade dos raios de sol após um temporal. Segmentos de fluxos de água, também apreendidos como fragmentos da cadeia produtiva que lhes garante a reprodução do ciclo, ou sina, são facilmente iludidos por tudo o que a maioria deseja, é grande, ou que emite brilho.
Quando as gotas estão na poça há tempo suficiente, cansam-se, debatendo-se cineticamente devido à superlotação e ao calor da multidão e do sol - cada vez mais intenso - e são capazes de perder a materialidade em meio às suas companhias. Antes que os últimos abraços cansados sejam compartilhados, as gotas desaparecem. Abraçam a morte com a maior felicidade do mundo e, como fantasmas, voam e assombram, na forma gasosa, os seres os quais compartilham setenta porcento de sua matéria constituinte.


domingo, 12 de janeiro de 2014

Filme

30 de dezembro
Era algum tipo de decepção, um baque, finalmente, para com a realidade. Apenas mais uma para desprezar era a verdade. Olhos úmidos de umas lágrimas antigas sinalizavam que, se fossem gotas de água, o ambiente certamente seria uma biblioteca; esta estaria com as páginas dos livros, que tão avidamente havia lido, depredadas pelo mofo e eventuais agentes decompositores os quais se nutriram dos resíduos daquela cansada história; esta, outrora nos sonhos, teria promovido grande felicidade às duas partes envolvidas. 
Seu pescoço estava cansado, rígido; o nariz, um pouco entupido. Os olhos pendiam, porém não conseguia dormir: era o que ela mais queria nessa noite. Não sentia fome, mas gostaria de acreditar que algum doce lhe traria consolo e não incrementaria seu sobrepeso adiposo. Não comia. Não dormia. Não assoava o nariz. Não procurava conversar; não havia como agora. Tomaria um remédio para os ossos da cabeça, ao menos.
Chega. Era mais do que hora. Era um bom período para transição: o novo início estava próximo. Bom dia.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Você já foi - e é - mais forte do que isso. Sabe que as dores no corpo e suposta falta de inspiração de nada importam: pois você é capaz e já superou este limite bastantes vezes; além disso, o processo pode ser mecânico. Se dormir, ganhará apenas imensas preocupações com prazos e acordará ao som de seus amigos desesperados. O trabalho ficaria ruim. Você têm quatro horas para falar sobre um autor: tempo que me parece demasiado suficiente. Então é hora de respirar, aproveitar o silêncio, coletar informações e reproduzi-las ao máximo. Nos vemos às 8h e pouco.
Ass. Cama