domingo, 10 de março de 2013

Contradições e confusões a serem ordenadas

Imagem retirada daqui
Rever, escrever, organizar! Até onde vai o livre arbítrio?

Perguntava-se qual a razão... A vida, de fato, era como um cubo mágico no qual seu maior objetivo era tornar mais da metade do número de faces arrumadas; a desordem nos fazia ir em frente, nem que fosse pelo senso comum ou uma força de coerção social, porém havia uma razão maior para hoje?

Enquanto lia um texto a respeito desta coerção atuante em formas de crenças e regras a que todos obedeciam de maneira forçada ou não, angustiava-se a respeito do livre arbítrio. 
Se o homem era eternamente responsável por suas ações, pois estava condenado a ser livre na lógica de Sartre, como o cerceamento desta condenação podia ser pior pena? Pois era. Auxiliando esta lógica, encontramos outra a qual nos diz que a educação de uma criança é o ato de ensiná-la coisas as quais não aprenderia espontaneamente. Calma!

Sim, parece óbvio que fazemos este curso sobre a sociedade enquanto novinhos da mesma maneira que frequentamos escolas e faculdades para aprender algo; porém ocorre que este primeiro curso não decorre do livre arbítrio - ao contrário dos outros- e a partir dele nos tornamos aptos a seguir todas as demais regras, pensamentos e hábitos usuais socialmente.

Até aqui, sem problemas se pensarmos que uma criança não tem a consciência tão formada. Mas e se tiver? E se esta educação forçada - assim como inúmeros fatos sociais a que estamos acomodados - fosse uma das razões de demorarmos tanto tempo a atingir a maioridade kantiana: caminharmos conscientemente como causa de nossas ações?

Parece incompatível observar o aspecto social no qual, sob um olhar estatístico, obedecemos a fatos sociais e agimos sempre de acordo com um comportamento, bem como o individual, pelo qual sentimo-nos ordenadores de nossos pensamentos e ações. No entanto, de maneira comum neste cubo mágico, sabemos que as contradições se complementam.

Não bastava a sociedade, comportamentos e sensações especificas também nos influenciam fortemente; sim, nos influenciam, mas nunca nos impedem de tomar ações, talvez apenas as éticas e companheiras. Então impedem?

 Tratava-se de um jogo de constante angústia: a culpa não era sua, sempre seria minha devido à liberdade; enquanto sua presença ao lado de sua angústia pessoal ocupava parte de meus pensamentos. Dela, seus, meus em todos os aspectos digressivos e indireto-livres presentes aqui.

Além do social, havia o aspecto fisiológico. O mal estar também atuava como cerceador de livre arbítrio.

Era forçoso compreender que tudo não estava sob seu controle, a causa aqui era externa e independente.

Pensamentos e conversas sempre haviam sido a maior representação do real para ela. Não importava o que acontecia, enquanto pensávamos, refletíamos e tirávamos conclusões valorosamente; os acontecimentos tratavam-se da contribuição mais forte para esse material de pensamento.

 No fim, tudo seriam memórias, ou seja, pensamentos construídos a partir dos mais valorosos momentos e companhias. A influência do livre arbítrio na formação daqueles não importava nesta atual digressão.

sábado, 9 de março de 2013

Por que motivo...

Por que, quando pensava na ação que estava realizando, esta se tornava tão mais difícil?
Quantas coisas fazemos com execlência, no dia a dia, sem pensar? Quantos erros corrigimos automaticamente? Quantos erros são executados com perfeição?

Muitas vezes, como agora, devemos, precisamos parar de pensar. Quantas vezes nos negamos? Quantas vezes devíamos pausar aquela música que desmotiva pensamentos valorosos?