quarta-feira, 8 de julho de 2015

O poder das palavras

“Ora, essa paixão pessoal de entrega, de total devotamento a uma tarefa, a uma missão é o que faz das letras verdadeiras um holocausto e não uma vaidade. Raramente ou mesmo nunca inteiramente puras, sem dúvida. Mas que, mesmo impuras, pelos temas ou pela visão mundana, guardam em si, pelo toque de beleza autêntica que contenham, uma pureza invisível, como expressão consciente e como reflexo inconsciente de uma Fonte, que transcende todas as fontes terrenas” (Tristão de Athayde, sobre Ferreira Gullar)

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